Há poucos dias, alguns funcionários de uma biblioteca – supus que
pública – localizada na zona Noroeste da China, queimou, depois de
uma ‘limpeza’, mais de meia centena de livros que considerou
ilegais.
Ora,
tal acto inquietou-me muito porque um livro é para mim preciosíssimo
e, como tal, creio que era incapaz de o fazer de forma voluntária (não que tais funcionários o tivessem feito, bem entendido).
Mas
também me inquietou porque me lembrei novamente das palavras que
Heinrich Heine, poeta alemão do século XIX, escreveu (e que já
citei aqui no blogue): "Quem começa por queimar livros, acaba
por queimar homens".
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