Já aqui escrevi algumas vezes sobre Macau e agora não é, justamente, excepção.
Ora, ao mesmo tempo que assinalava os vinte anos da transição política e administrativa de Portugal para a China, as autoridades de Pequim expressaram a ambição de que a economia de Macau - ou Aomen, em mandarim - deixasse de estar tão dependente do Jogo (fisicamente encarnado pela 'figura' do casino) e se expandisse para os sectores do Turismo e da Finança, sobretudo.
Assim, ao ler sobre este desejo não pude deixar de me lembrar do pensamento 'geral' que o arquitecto macaense Carlos Marreiros expressou sobre "esta matéria" numa reportagem especial, por assim dizer - "Chão de Macau", se não me engano - que foi emitida, televisivamente, em 2012: imaginasse-se, referiu, que num futuro mais ou menos próximo Cantão [região onde Macau se 'insere'] resolvia liberalizar o Jogo. Então, concluiu, Macau morreria.
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