Quando o Papa Francisco – o
primeiro pontífice jesuíta e também o primeiro com origem no
continente americano (Argentina) – se reuniu, em meados de Junho de
2013, com o português José Manuel Durão Barroso, então o
presidente da Comissão Europeia, e lhe disse que o português
era um "espanhol mal falado" é bem possível que se tenha lembrado do lema do seu pontificado: "Miserando atque eligendo" (ou, em português português bem
falado, "Olhou-o com misericórdia e escolheu-o").
Mas
o que poderia ainda não saber era que pouco menos de seis anos
depois de proferir esse juízo linguístico iria também declarar
publicamente que era "preciso ir limpando o Vaticano porque é um
Estado que não está a salvo dos pecados e vergonhas de outras
sociedades".
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