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24/04/2023
O navio e a morte
Lembro-me de já aqui ter escrito sobre o navio "Lisboa Maru".
Que era um navio com pavilhão (ou "bandeira") japonesa.
Ora, escrevo novamente sobre um navio japonês com 'nome' de cidade: com efeito, foi, há dias, localizado no fundo do mar que banha o arquipélago filipino um navio japonês - o "Montevideu Maru" - que aí havia sido afundado na sequência de um ataque levado a cabo por um submarino norte-americano durante a Segunda Guerra Mundial.
Aproveito para acrescentar que tal naufrágio levou a morte a quase mil prisioneiros de guerra australianos.
13/03/2019
"O Naufrágio das Civilizações"
Tem, no dia de hoje, a sua data de lançamento o novo livro do escritor franco-libanês Amin Maalouf "Le Naufrage des Civilizations" (ou, em português, "O Colapso das Civilizações").
Nele, o autor - membro da Academia Francesa desde 2011 (criada, por sinal, em 1635 pelo primeiro-ministro do rei Luis XIII, o Cardeal Richelieu, para preservar a língua francesa) - que consagrou toda a sua obra à tentativa de aproximação das civilizações do mundo, analisa as consequências do "choque das civilizações" proposto, há anos, pelo cientista político norte-americano Samuel Huntington.
Espero que este livro contribua para reflectirmos séria e profundamente sobre o actual estado da existência humana e ajude a 'salvar-nos' daquilo que a socióloga norte-americana de ascendência norueguesa designou em tempos de "exaustão temporal" ("se se está mentalmente exausto o tempo todo no presente, não há energia disponível para imaginar o futuro", explicou).
Post scriptum: tal como espero que a exposição que o Museu Judaico de Londres inaugurará no próximo dia 19 - "Judeus, Dinheiro, Mito" (tradução portuguesa) - ajude os visitantes a adquirir um maior e melhor conhecimento do que significou, ao longo do tempo, ser-se Judeu. Em Inglaterra, pelo menos, pois, por exemplo, no Portugal dos séculos XII, XIII, XIV e XV, sobretudo, eram judeus quem 'compunha' a esmagadora maioria (dos poucos) que sabiam ler e escrever...
Nele, o autor - membro da Academia Francesa desde 2011 (criada, por sinal, em 1635 pelo primeiro-ministro do rei Luis XIII, o Cardeal Richelieu, para preservar a língua francesa) - que consagrou toda a sua obra à tentativa de aproximação das civilizações do mundo, analisa as consequências do "choque das civilizações" proposto, há anos, pelo cientista político norte-americano Samuel Huntington.
Espero que este livro contribua para reflectirmos séria e profundamente sobre o actual estado da existência humana e ajude a 'salvar-nos' daquilo que a socióloga norte-americana de ascendência norueguesa designou em tempos de "exaustão temporal" ("se se está mentalmente exausto o tempo todo no presente, não há energia disponível para imaginar o futuro", explicou).
Post scriptum: tal como espero que a exposição que o Museu Judaico de Londres inaugurará no próximo dia 19 - "Judeus, Dinheiro, Mito" (tradução portuguesa) - ajude os visitantes a adquirir um maior e melhor conhecimento do que significou, ao longo do tempo, ser-se Judeu. Em Inglaterra, pelo menos, pois, por exemplo, no Portugal dos séculos XII, XIII, XIV e XV, sobretudo, eram judeus quem 'compunha' a esmagadora maioria (dos poucos) que sabiam ler e escrever...
Etiquetas:
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