Resultado: menos 1,2 milhões de barris de petróleo para o mundo, por assim dizer, consumir todos os dias.
Para além daqueles que também foram, entretanto, 'cortados' por países não-membros da OPEP (como a Rússia, por exemplo).
De qualquer modo, segundo dados disponibilizados pela agência norte-americana de Administração de Informação de Energia, a China tornou-se, em 2017, o maior importador mundial de petróleo com 8,4 milhões de barris diários 'ultrapassando' os Estados Unidos da América que, nesse ano, consumiram, todos os dias, 7,9 milhões de barris de petróleo.
Ou seja, apenas dois países importaram (ou melhor, consumiram), num ano, mais de 16 milhões de barris de petróleo diariamente.
Ora, se se pensar que a capacidade de um barril é de cerca de cento e cinquenta litros, 16 milhões de barris correspondem a 2400 milhões de litros de petróleo gastos a cada dia por estes dois países.
Mas há mais países...
Tais dados permitirão, assim, creio, ensaiar duas conclusões imediatas: a primeira é a de que quaisquer mudanças de hábitos de consumo e, enfim, de vida dos seres humanos, serão sempre extremamente difíceis de introduzir e a segunda é a de que esta introdução será sempre muito lenta.
Infelizmente.
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Há
precisamente vinte anos – em 24 de Março de 1999 –, aviões
pertencentes à Organização do Tratado do Atlântico Norte
(a OTAN, em língua portuguesa, e a NATO, em língua inglesa)
começaram a bombardear a capital da Sérvia, Belgrado, argumentando
com a situação então vivida pelo Kosovo. Em consequência, terão
morrido duas mil e quinhentas pessoas.
