Foi descoberta pelo navegador
português Tristão da Cunha em 1506 uma ilha situada nos confins do
oceano Atlântico.
Uma
ilha a que, apesar de poder não ter conseguido admirar ao vivo já
que não terá conseguido desembarcar devido às condições
climatéricas adversas, teve o privilégio de poder dar um nome: ilha
de Tristão da Cunha.
Mas
a ilha de Tristão da Cunha deu lugar, pela passagem do Tempo,
a "Tristan da Cunha".
Regida
politicamente pelo Reino Unido – e situada a 2816 quilómetros da
África do Sul, a 3360 quilómetros do continente americano (América
do Sul) e a ‘apenas’ 2430 quilómetros do seu ‘vizinho’ mais
próximo, a ilha de Santa Helena, onde Napoleão Bonaparte se exilou
depois de "Waterloo"
–, "Tristan da Cunha" só começou a ser permanentemente
habitada mais de trezentos anos depois da sua descoberta: não
admirará, por isso, que actualmente só aí vivam cerca de 275
pessoas (‘espalhadas’ por menos de cem quilómetros quadrados).
Ora,
sendo o lema de "Tristan da Cunha" "Our faith is our strenght"
(ou, em português, "A nossa fé é a nossa força"), só com
muita fé é que poderão os seus poucos habitantes aguentar, de
facto, tal isolamento.