07/11/2020

Os "Belgae" e a "Bélgica"

Nada quero escrever em relação ao facto de a Bélgica ser, actualmente, um dos países do continente europeu (ou euro-asiático…) onde a taxa de infecção da ‘sua’ população pelo vírus "SARS-CoV-2" é mais elevada.


O que quero lembrar é, sim, o facto de o nome "Bélgica" ter origem no nome "Belgae", uma das tribos (de ‘origem’ celta) que, na pré-história, se fixou no território que todos designamos "Bélgica"…

 

06/11/2020

A Guerra de 1812

A Guerra de 1812 foi um conflito bélico entre os exércitos dos Estados Unidos da América e o do Reino Unido e Irlanda.


Foi um confronto que se iniciou em 1812, precisamente, e que só terminaria em 1815 depois da assinatura, em 24 de Dezembro de 1814, de um tratado: o Tratado de Gent ("Gent", em flamengo, ou "Gant", em francês, cidade belga).

05/11/2020

O racismo na Tunísia: mais um passo

A escravatura foi oficialmente abolida na Tunísia em 1846 mas não foi senão há poucos dias que um cidadão do país conseguiu, perante a Justiça, que um dos seus apelidos – "ateeq", que significa "descendente de escravos" – fosse "eliminado" dos registos.


Recordo que os Negros – como este cidadão – perfazem cerca de quinze por cento da população daquele país do Norte de África mas continuam a ver-lhes negado o acesso, por exemplo, a muitas oportunidades de trabalho.

04/11/2020

Londres, Fénix renascida

Ainda ontem aqui escrevi sobre Londres, a capital inglesa.


Retorno, assim, à cidade.


Em sentido figurado, evidentemente.


Longe, muito longe, no Tempo, está o Grande Fogo de Londres: em 1666.


Ora, muitos terão, então, abandonado a cidade.


No entanto, tal como Fénix renasceu das cinzas, também Londres, de então para cá, se tornou uma cidade cosmopolita e vibrante.


De facto, podem, em 2020, ouvir-se nas escolas da cidade mais de trezentos idiomas...

03/11/2020

O urbanismo: passado e futuro

Depois dos seljúcidas terem reinado no território que actualmente – e desde há décadas – se designa por "Turquia" desde, sensivelmente, meados do século XI até meados do século XIII e depois da invasão por parte dos mongóis, os turcos otomanos fundaram e consolidaram, entre os séculos XIV e XX um dos ‘maiores’ impérios que a História humana já havia testemunhado.


Não admirará, por isso, que cerca do ano 1650, Istambul tenha sido a cidade mais populosa do mundo com uma população estimada em setecentas mil pessoas.


Tal como não admirará a previsão da Organização das Nações Unidas (a O.N.U.) do crescimento, ao ‘longo’ dos próximos anos, do fenómeno urbano no mundo.


Ora, sendo Istambul a única cidade do mundo que ‘assenta’ em dois continentes – Europa e Ásia –, parece-me importante recordar que, ainda segundo as previsões da O.N.U., Londres será, na Europa, e já em 2030, a cidade mais densamente povoada com quase dez milhões de habitantes.


Na Ásia, por "outro lado", Ho Chi Minh (a antiga Saigão vietnamita) será, com vinte e oito milhões de pessoas, a cidade mais populosa.

02/11/2020

O terramoto de 1755

1 de Novembro de 1755.

 

Cerca das 9h30.

 

O continente português (não só a tantas vezes invocada Lisboa mas também a costa alentejana e a do Algarve) foi ‘sacudido’ por um terramoto que, supõe-se actualmente, terá atingido os nove graus da "Escala de Richter".

 

Ora, num país em que a maioria da população professava o catolicismo, as igrejas estavam a abarrotar para se celebrar os dias de Todos os Santos e o de Finados.

 

Estima-se, de facto, que um terço das cerca de trezentas mil pessoas que habitavam Lisboa tenha perecido em consequência dos sete a oito minutos que terá durado o sismo – e das suas dezenas de réplicas – mas, igualmente, do maremoto (ou "tsunami") e dos incêndios.

 

Vítimas da Natureza?

 

Sem dúvida.

 

Mas com ou sem intervenção divina?

31/10/2020

Condução: costume e regra

O costume de conduzir utilizando o lado esquerdo das vias teve início na chamada "Idade Média".


Actualmente, de facto, os condutores de cerca de cinquenta países – muitos dos quais integraram o Império Britânico – seguem esta regra.