Antecipando em alguns meses o derrube do Muro de Berlim e a consequente “passagem” para a Democracia dos países do chamado Bloco de Leste, milhares de estudantes reuniram-se na praça Tiananmen (em Pequim, China) para expressarem, perante as autoridades políticas do país, a sua vontade por “reformas”.
Ora, tal manifestação terminou num ‘banho de sangue’: as ‘fontes’ oficiais contabilizaram, depois, cerca de trezentas vítimas mortais.
Outras ‘fontes’, porém, reportaram milhares.
Creio – como tantas vezes tem acontecido – que o número exacto nunca se saberá.
Mas, talvez, nesse momento, a cor vermelha da bandeira chinesa pudesse representar, a par da Revolução Comunista, o sangue vertido pelas vítimas desse e de outros acontecimentos.
post scriptum: esta é a história oficial. Porém, um artigo publicado pela edição "online" do jornal inglês "Daily Telegraph" em 2011 da autoria do jornalista Malcolm Moore afirmou, peremptoriamente, citando informações confidenciais provenientes da embaixada dos Estados Unidos da América em Pequim, a capital chinesa, que tal massacre nunca ocorreu...



