"Na verdade, ninguém sabe para o que nasce. Nem as pessoas, nem os livros".
José Saramago (1922-2010), escritor português
"Na verdade, ninguém sabe para o que nasce. Nem as pessoas, nem os livros".
José Saramago (1922-2010), escritor português
Ainda ontem aqui fiz referência a um poema.
Por exemplo, "vilancete" foi uma forma de expressão poética comum na Península Ibérica durante o "Renascimento".
Recordo, somente, que o "Renascimento" foi um movimento de expansão cultural que caracterizou a Europa nos séculos XIV, XV e XVI.
Localiza-se na freguesia "São José", em Lisboa, a "Travessa do Fala-Só".
De facto, perante a ausência de documentação que lhe permitiria traçar-lhe a origem, restará especular: assim, tal designação dever-se-á a algum morador que aí viveu e que era identificado pela referida alcunha.
Já agora: foi também neste arruamento lisboeta que, por exemplo, foram redigidos, compostos e impressos os três números da terceira série da revista "Contemporânea" (em 1926).
Após ter lido que, após vários anos de colaboração na maior parte dos países situados na chamada "África Ocidental", o grupo francês "Castel" se havia 'separado' do 'gigante' norte-americano "Coca-Cola" pensei ser oportuno lembrar que a referida "Coca-Cola" foi desenvolvida/criada no século XIX por um farmacêutico norte-americano (precisamente) como uma bebida "curativa"...
A palavra "tabu" faz actualmente 'parte' dos vocábulos utilizados na Língua Portuguesa.
Ora, tal palavra deriva da inglesa "taboo" que, por sua vez, tem origem nas palavras "tabu" e "tapu" usadas em várias línguas nos territórios da "Melanésia" e "Micronésia".
Enfim, no chamado "Pacífico Sul".
"Tabu" significa, pois, "sagrado" - ou "proibido".
Daí poder-se referir, por exemplo, que um determinado assunto é tabu.
Ou seja, tal 'tópico' está, por razões de cariz social, económico ou religioso ("cultural", portanto), interdito a ser discutido por certos indivíduos durante algum tempo ou por "tempo indeterminado".