09/01/2023
A Inglaterra, Portugal e a navegação mundial
Foi ainda ontem que aqui escrevi sobre a água.
Ou melhor, sobre a ausência de rios num país.
Outros países nunca tiveram, porém, esse problema: por exemplo, a empresa britânica "wessex archaeology" anunciou recentemente ter descoberto os restos de um navio entretanto datado do 'fim' do século XVI.
Ora, tal descoberta permitirá, certamente, saber mais sobre - como anuncia a empresa na sua página na "Internet" - "um período em que os portos e os navios ingleses desempenharam um importante papel no tráfego comercial".
Época em que, lembro, também os portos e os navios de bandeira portuguesa desempenharam um extraordinário 'papel' no estabelecimento da navegação e comércio globais.
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08/01/2023
Não há água em Malta
Para alguns (eu, por exemplo), "Malta" não é apenas um dos vinte e sete países membros da União Europeia.
Não.
E também não é somente o mais 'pequeno' - menos extenso... - no que à sua dimensão territorial se refere já que tem uma área de cerca de trezentos e quinze quilómetros quadrados.
Ele é, sim, um dos poucos países e territórios que, no mundo, não têm rios ou lagos de 'forma' permanente: ou seja, poderão existir rios e lagos, com efeito, mas apenas temporariamente (gerados pela chuva)...
07/01/2023
O navio e o filme
Li há dias sobre o "HMS Birkenhead".
Este era um navio inglês que em 1852, ‘carregado’ de soldados, embateu num rochedo algures na costa do país que actualmente se denomina "África do Sul".
Com efeito, após um choque com uma rocha, o afundamento pareceu-me o destino mais provável para o navio.
E foi: quase meio milhar de soldados perderam a vida por afogamento, por esmagamento ou porque foram devorados por tubarões.
Ora, não sei exactamente porquê mas após ler sobre este desfecho, lembrei-me imediatamente de uma cena do filme "JAWS" – ou "O Tubarão" (filme realizado pelo norte-americano Steven Spielberg e ‘lançado’ em 1975): a do ‘discurso’ da personagem "Quint" sobre o navio "U.S.S. Indianapolis"…
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06/01/2023
A 'cadeia' de televisão e Gengis Khan
Não sei se o programa "Finding Your Roots" (emitido pela 'cadeia' televisiva norte-americana PBS e apresentado por Henry Louis Gates Jr.) "descende" de uma desinteressada e legítima curiosidade genealógica ou não.
O que sei, sim, é que foi há exactamente duas décadas que foi publicado um estudo de "grande envergadura" com uma base genética.
Ora, concluiu-se que, efectivamente, um em cada duzentos homens então vivos no mundo descendia directamente do guerreiro e líder mongol Gengis Khan: através de uma análise ao cromossoma Y - exclusivo do homem - de dois mil homens escolhidos aleatoriamente na região euro-asiática.
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05/01/2023
Katzenstein: da Alemanha a Portugal
Quem se depare com o nome "Katzenstein" talvez pense de imediato ‘tratar-se’ do pintor alemão Louis Katzenstein (que viveu entre 1822 e 1907 e esteve em Portugal em 1854 para pintar o retrato de D. Fernando II, então o regente do reino português).
Talvez, efectivamente.
Ou não.
Ora, actualmente, também um escritor, actor e realizador de cinema de nacionalidade portuguesa tem esse apelido: "Ferrão Katzenstein".
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04/01/2023
O ministro e o chá
Foi ainda ontem que através da capa de um jornal soube da existência de um determinado ‘tipo’ de chá: no ‘caso’, o "Earl Grey".
Ora, admito que o facto de nunca ter ouvido o ‘nome’ deste chá se deva unicamente a não ser um ‘usuário’ frequente de tal bebida.
Mas quem é – ou "foi" – "Earl Grey"?
"Earl" (ou "Conde", se se preferir a tradução portuguesa) Charles Grey foi um político britânico que nasceu no século XVIII (em 1764) e faleceu já no século XIX (em 1845) e ocupou o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido entre 1830 e 1834.
03/01/2023
O fio da opressão
Escrevi, há já alguns anos, um texto a que, salvo erro, dei o título "Um mundo de muros".
Um mundo em que (quase) todos os países estavam a erguer muros - "fortalezas", se se preferir - para se 'proteger' da Imigração e da Migração, por exemplo.
Numa palavra: das "pessoas".
Ora, num momento da História da Humanidade em que a dirigente de uma instituição como o "Fundo Monetário Internacional" veio já considerar que uma parte das economias do mundo cairá na Recessão, não tenho quaisquer dúvidas de que o número de pessoas a tentar escapar da miséria e do desespero crescerá novamente.
Pelo que me parece que escrever um pouco mais sobre esses "muros" é pertinente.
Aproveito, assim, para lembrar que o "arame farpado" - um dos principais 'componentes' de tais "muros" - foi inventado nos Estados Unidos da América: foi, com efeito, no século XIX (em 1867) que surgiram as primeiras patentes.
Talvez então se não pensasse que, para além da Pecuária, o "arame farpado" pudesse ter outras "utilizações".
Talvez...
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