Aproveito
para, no dia seguinte ao "Dia Internacional da Democracia", citar uma personalidade
que, em grande parte da sua vida, defendeu valores contrários à
liberdade, à igualdade e ao respeito pela diferença.
À
Democracia e ao Estado de direito, portanto.
Valores
que, apesar de todo o Mal que trouxeram à humanidade, muitos
desejam, hoje, reavivar...
"O
nosso parlamentarismo democrático actual não procura uma assembleia
de gente sabedora, mas de recrutar uma multidão de zeros
intelectuais tanto mais fáceis de manejar quanto maior é a
limitação mental de cada um deles.
Só assim se pode fazer uma "política de partidos", único meio que permite aos que puxam os fios ficarem cautelosamente na sombra sem serem chamados à responsabilidade.
Desta maneira, nenhuma decisão, por mais nociva e nefasta que seja para o país, será contabilizada na conta de um patife de todos conhecido, irá pesar sobre as costas de todo um partido.
Na
prática, desaparece toda a responsabilidade, pois esta só pode
recair numa pessoa determinada, não num grupo parlamentar de
mexeriqueiros.
Em
consequência, o regime parlamentar só pode agradar aos espíritos
dissimulados que receiam actuar à luz do dia. Será sempre detestado
por todo o homem sério e recto que tenha noção das
responsabilidades.
Eis
a razão por que essa forma de democracia se converteu no instrumento
daquela raça cujos fins ocultos, agora e sempre, têm todas as
razões para recear a luz. Ninguém como o judeu aprecia semelhante
instituição, suja e infame como ele próprio".
O
autor?
Adolf Hitler (no seu "Mein Kampf").