Viviam
em Maio de 2003, de acordo com a Direcção-Geral dos Assuntos
Consulares e Comunidades Portuguesas, cerca de 4.8 milhões de
portugueses e indivíduos de origem portuguesa em todo o mundo.
E, segundo dados compilados pelo Observatório da
Emigração (disponíveis em Setembro de 2009), esses milhões de
pessoas dispersavam-se por cento e quarenta dos então cento e
noventa países do mundo.
Ora,
poucos anos mais tarde residiam em Portugal representantes, por assim
dizer, de mais de cento e setenta nacionalidades (falando cerca de
cem idiomas).
Assim,
embora seja, talvez, possível encontrar uma ‘concentração’
maior desta diversidade cultural na zona de Lisboa, ela verifica-se
em todo o país.
E
ainda bem.
Seja como for, estou a lembrar-me das palavras de um poema do poeta português André
Falcão de Resende (1527-1599) ‘composto’ num contexto político,
social, cultural e económico muito diferente do de hoje: "É
Lisboa um mar profundo; de vária navegação; É um compêndio do
mundo; aonde tudo acharão; Ásia, África, Europa".
Sem comentários:
Enviar um comentário