Bruno Dey, um jovem que cresceu sob o nacional-socialismo, trabalhou, como tantos alemães, num campo de concentração.
O de "Stutthof".
Ora, um tribunal germânico decidiu, na passada semana, acusá-lo de 5230 crimes de auxílio ao homicídio (crime que não está 'contemplado' no sistema jurídico português) representando, precisamente, 5230 pessoas que foram assassinadas sob a sua guarda.
Dey é, aos noventa e três anos de idade, um dos últimos colaboradores vivos do Holocausto.
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