Como
a palavra "cowboy" – e, claro, o trabalho por este desenvolvido
–, importada do México – que, como o lema actual do estado do
Novo México, "Crescit eundo" (ou, em português, "Cresce
avançando"), foi avançando e crescendo.
México
que, por sua vez, também a ‘importou’ (através da colonização)
de Espanha onde existia como "vaquero".
Que,
também por sua vez, terá ‘sofrido’ uma espécie de contaminação
ortográfica e linguística do "vaqueiro" usado em Portugal
(recorde-se, por exemplo, "O Monólogo do Vaqueiro" de Gil
Vicente).
Ora,
alguns séculos depois – em (21 de) Maio de 1979 – foi feita a
apresentação pública (no Festival de Cannes) do filme Apocalypse
Now, realizado por Francis Ford Coppola.
Para
muitos, este filme não se ‘limitou’ a fazer um ‘retrato’ da
intervenção militar norte-americana no Vietname.
De
facto, ele terá ajudado a esboçar um panorama mais claro do
contexto geopolítico que envolvia a guerra nesse país asiático e,
sobretudo, terá revelado – como poucos filmes, norte-americanos ou
não, o têm sequer feito de então para cá –, mesmo que
involuntariamente, a tal "mentalidade de cowboy".
E
já em 2019, o ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros, Josep
Borrell, acusou, numa entrevista televisiva (à TVE), os mais ‘altos’
dignitários do poder político norte-americano de terem uma
"mentalidade de cowboy" em relação à situação na
Venezuela.
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| Poucos filmes realizados por cineastas norte-americanos têm vindo a denunciar uma espécie de mentalidade de "cowboy" dos Estados Unidos da América como Apocalypse Now de Francis Ford Coppola. |

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