Um artigo recentemente publicado no jornal Ancient History Bulletin aventou a hipótese de que Alexandre, o Grande (ou Alexandre Magno) morreu vítima de doença e não, como durante muito tempo acreditou a maior parte dos historiadores, na sequência de envenenamento.
De facto, Katherine Hall, docente numa universidade neozelandesa, sugeriu que Alexandre faleceu em consequência do síndrome de Guillain-Barré - complicação neurológica, rara, de origem auto-imune (em que o sistema imunitário se ataca a si mesmo) que se manifesta na perda de capacidades físicas e, por vezes, na paralisia.
Ou seja, o estado em que Alexandre se encontrava - 'mergulhado' num profundo 'sono' comatoso - terá levado os médicos a declararem, erradamente, a sua morte pelo que os embalsamadores (mumificadores) terão trabalhado num corpo ainda vivo...
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