Tentei, há não
muito tempo, visitar o Mosteiro de Santa Maria das Júnias (edificado, muito provavelmente, antes de 1143, data da 'fundação' de Portugal), localizado junto a Montalegre, Trás-os-Montes.
Ora, estando eu de automóvel, por assim dizer, rapidamente percebi que dada a distância que teria que percorrer para lá chegar e dado o mau estado da via também para lá chegar não conseguiria, pura e simplesmente, fazê-lo.
Ora, estando eu de automóvel, por assim dizer, rapidamente percebi que dada a distância que teria que percorrer para lá chegar e dado o mau estado da via também para lá chegar não conseguiria, pura e simplesmente, fazê-lo.
Tive pena, admito,
pois tinha ido a tal lugar com esse único objectivo em mente.
Mas, há alguns
meses, assistindo ao programa televisivo “A Alma e a Gente” –
apresentado pelo saudoso e já por mim invocado Professor José Hermano Saraiva em 2009 (e
que a RTP Memória estava a ‘repor’) – soube que o referido
Mosteiro, classificado como Monumento Nacional (em 1950, por sinal) e parte 'integrante' do Parque Nacional da Peneda-Gerês -, não foi por ele
visitado devido ao mesmo motivo por mim apresentado.
Ou seja, o Professor
José Hermano Saraiva não conseguiu vê-lo em 2009 e eu não
consegui vê-lo em 2018 exactamente pela mesma razão.
Um claro exemplo do
‘tratamento’ dado ao Património e à História de Portugal...
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