João Miguel dos Santos Simões, um dos "maiores" especialistas de sempre da azulejaria em Portugal declarou, em 1972, o seguinte:
"O azulejo faz parte do povo português. De facto, desde a pia baptismal da igreja - passando pela Escola e pela Cidade (e, no fundo, pela própria vida) -, os portugueses habituaram-se a ver o azulejo como parte integrante da 'paisagem' o que explica que o conheçam tão mal e, até, que o desprezem.".
Ora, parece-me que o facto de o azulejo fazer parte, desde há séculos, da existência de um povo (neste caso, o português) seria, pelo contrário, 'condição' suficiente para que o estimasse e protegesse...
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